Antes da próxima chuva forte: o que Angra já sabe (e finge não saber) sobre os alagamentos
PROJETOS PARLAMENTARES
Marcelo Bandeira
2/22/20261 min read
Vai acontecer de novo.
Não é “torcida contra”. É porque Angra já viu esse filme muitas vezes: chove forte, a água sobe, entra nas casas, ruas travam, vem o medo.
Com a chuva forte prevista para 22/02/2026, a pergunta não é “será que vai alagar?”.
A pergunta é:
o que foi feito desde a enchente de 2025 para isso não se repetir?
Depois da enchente, a Câmara teve um monte de pedidos: obra de drenagem, limpeza de valão, bueiro, contenção, enrocamento, posto da Defesa Civil em área crítica, até ideia de fundo para ajudar famílias atingidas. Ou seja: a cidade já sabe onde alaga e o que precisa fazer.
Então agora a cobrança tem que ser simples e direta:
Qual obra foi feita?
Em que bairro?
Quanto custou?
Quem fez?
E quando vai ficar pronto o que ainda falta?
Porque não basta vereador dizer “eu pedi”.
O que importa é: virou entrega de verdade ou ficou no papel?
O Clareza Fiscal existe para isso: transformar “promessa” em pergunta com número e prova. Mostrar, em linguagem simples, se o dinheiro apareceu e se o serviço aconteceu.
Se você mora em área que sempre sofre com alagamento (Bracuí, Mambucaba e outros pontos), faça essas perguntas — e cobre resposta com dados, não com discurso.
E fica a pergunta final:
Se vereador fiscaliza a Prefeitura, quem fiscaliza o vereador?